25 de junho de 2018

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Voltando...

Após passar alguns meses sem escrever nada e, admito, sem ler muita coisa... resolvi voltar.
Voltar a ler mais, voltar a escrever e exercitar mais a minha escrita. Aguardem... logo, logo vem coisa nova por aí.

21 de dezembro de 2016

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Doce Perdão


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Conheci a autora Lori Nelson Spielman através do livro “Doce Perdão” e, confesso, estou arrependida de ainda não ter lido A lista de Brett. Que escrita magnífica e envolvente essa autora tem! Ela consegue fazer com que, mesmo tratando de assuntos sérios e acontecimentos fortes da vida da protagonista, a leitura seja de uma leveza que não te deixa largar o livro, e quando a história termina, a gente fica querendo mais.

Em Doce Perdão conhecemos a história da bela Hannah Farr. Uma apresentadora de sucesso do programa matinal de New Orleans, suas duas melhores amigas sensacionais, Jade e Dorothy, muitos fãs e, de quebra, o namorado – e prefeito da cidade -, Michael Payne. Hannah aparenta ter uma vida perfeita, não fosse um detalhe: há mais de 20 anos Hannah e sua mãe não se falam, e Hannah guarda o motivo desse rompimento bem dentro de seu coração.
Com o surgimento de uma nova febre, as chamadas Pedras do Perdão, Hannah se vê cada vez mais perto de ter que revelar o motivo desse silêncio entre ela e sua mãe, pois recebeu as duas pedras de um antigo desafeto, e a regra é simples: você escolhe duas pedras para alguém que você tenha magoado, maltratado, feito algo que necessite de um perdão. Se você recebeu uma delas de volta, você está perdoado e, a pessoa que lhe perdoou, deve adicionar à pedra que ficou outra (fazendo a dupla de pedras novamente), e enviar para alguém que quer que o perdoe- criando assim a corrente.
Mesmo contra sua vontade no início, porém com as pedras em seu caminho, Hannah começa a reavaliar o passado e os últimos 20 anos, revendo também o presente e o que realmente quer de seu futuro. Depois de algumas tomadas de decisão, tragédias e reencontros que vamos acompanhando ao longo da trama, Hannah se encontra em meio a situações que mudam drasticamente o rumo da sua vida. Mas quem disse que as mudanças são sempre ruins, certo? Às vezes o que nos falta é apenas um empurrãozinho, uma palavra, duas pedrinhas...
Doce perdão me encantou com o enredo, a narrativa, a forma com que as pessoas e histórias foram apresentadas. Tem uma mistura de drama, reencontros, encontros lindos, amadurecimento de personagem e desfechos que, dessa mistura, saiu um livro forte, que nos faz pensar em “pra quem eu mandaria as pedras do perdão?” e “De quem eu gostaria de receber um “doce perdão”? (...)
“No fim, só podemos esperar que a luz que lançamos seja mais forte que a escuridão que criamos...”



15 de novembro de 2016

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Novo no pedaço!


Depois de quase dois anos parada, voltamos com nossa programação (quase) normal. 
E voltamos contando a nova aquisição (todos comemoram \o/)
Em breve resenha dessa maravilha, gente: Harry Potter e a Criança Amaldiçoada.


13 de abril de 2014

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TAG: Família Literária.


Oi. Gente. Hoje vim trazer a primeira TAG do Blog.
Vi no Blog chamado Página 394 e achei bem bacana. Não sei quem mais já fez, quem foi o primeiro a fazer... enfim. =P 
A TAG consiste em criarmos uma família para nós, através dos personagens, com Avós, Pais e Irmãos. Vamos lá?

Avô: Alvus Dumbledore, de Harry Potter (Ah, sério mesmo? Obrigada pela explicação, Ana). 
Imagina que bacana seria ter um avô desses? Uaau. <3 Viver dentro do mundo de Hogwarts e ter um vô poderoso desses, eu ia me sentir.
Além dele ser um personagem muito querido e carismático, responsável pelo meu "segundo choro literário" (o primeiro foi o Cedrico). 






Avó: (Não achei figura) Mog, do Livro Belle. Mog é a babá/doméstica de casa que criou Belle desde que nasceu. Um amor, cheia de compaixão e amor dentro do coração. Uma doçura de pessoa que daria uma ótima avó. Daquelas que tu sempre quer ir passar as férias.

Os Descendentes

Pai: Matthew King do livro Os Descendentes. Eu ia amar ser filha dele. Um pai que fez de tudo pelas filhas, pela felicidade e pela sanidade da família. Sempre querendo ajudar elas e ríspido nas horas certas- mas nunca perdendo o amor e sempre procurando deixar a família em primeiro lugar. Amei! Tanto o livro quanto o filme... sem falar que eu ia morar no Havaí se fosse filha dele. 





Mãe: Isabel Sherbourne, de A Luz Entre Oceanos. Essa personagem tem tanto carinho e amor guardados em si que seria uma das mães mais zelosas e amorosas desse mundo. Ela seria uma leoa de mãe! (Como a minha... Beijo, mãe. Não fica com ciúmes :P ).


Irmão(s): Gêmeos Weasley. E o Rony também. hehehe. Meio que é auto-explicativo este item, mas né... tem coisa mais fofa do que esse trio? Eu adoro eles e sempre me divirto com eles. E eu seria ruiva... <3 Que demais!





E, como último item eu resolvi fazer só mais um membro da família. :P 

Marido: <3
Tenho vários pretendentes literários, mas aquele com quem eu me casaria, com certeza absoluta, seria com o Sohan Kishan Rajaran da série A Maldição do Tigre.
Ele é tudo de mais magnífico que pode existir em um personagem! Amo demais. Seria um problema ter o Dihren como cunhado só, mas... eu moraria longe com o Kishan. #kelseyfeelings


E a família de vocês? Como ficaria? =)

Beijinhos.

5 de abril de 2014

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Resenha: Sushi.



    Estava eu parada em frente à estante e resolvi usar o critério de escolha: “o mais velho... vem”. Eis que, de Maio de 2012, surge “Sushi” de Marian Keyes. Já li quase todos desta autora e adorei TODOS que li, porém em Sushi não houve aquele amor incondicional que nem aconteceu com os outros. Não foi ruim, apenas um pouco mais parado do que o habitual, mas mesmo com essa pequena ressalva, no fim me fez chorar e o coração “explodir” em diversas passagens. Eu explico.
    Ao longo do livro conhecemos três personagens “principais”: Lisa, chata e arrogante, porém extremamente competente. Tem 29 anos e almejava um grande cargo em NY na revista na qual trabalhava, porém acaba por trabalhar em Dublin tendo que abrir uma revista novinha, do zero, chamada “Garota”. E isso a deixa extremamente infeliz. É durona, mas só por fora, e sua Kriptonita é o ex-marido Oliver (aaaah, o Oliver <3), o único que consegue dobrá-la. Faz de tudo para conseguir o que quer o livro todo, e adivinhem? Consegue! Vai atrás e sempre dá certo.
    Ashling tem 31 anos e obcecada pela sua falta de cintura. Acabou de ser demitida, devido à um errinho bobo, do emprego que estava há muitos anos. Com isso, é contratada como redatora chefe da nova revista “Garota”, a qual Lisa está dando início, e se dá super bem no cargo. Ashling é muito amável, sempre prevenida com um monte de bugigangas na bolsa, muito sensata e justa. Um amor, mesmo. A personagem que mais adorei. E tem os dois melhores amigos mais divertidos do mundo - Ted e Joy, que são um show à parte no livro. 
    Por fim, e sim, menos importante, tem a Clodagh. Melhor amiga de Ashling, que eu não vou nem perder tempo explicando sobre ela porque eu simplesmente odiei esta personagem. Demais. Mãe que não merece os filhos que tem, não merece a amiga que tem, não merece o marido que tem. Deu!
    Em relação à história, parecia mais uma dissertação sobre o dia-a-dia normal de três pessoas em uma busca constante de como (se é que existe uma fórmula) se livrar da insatisfação e da infelicidade. Cheio de mensagens e “empurrões” que caem como uma luva para quem está lendo usar na vida real (o que para mim sempre é uma das características desta autora), mas que para mim não funcionaram muito bem. De repente foi por eu não estar em uma fase que necessitasse disso, quem sabe? E às vezes achava um pouco parada a leitura por conta disso.
    Confesso que senti um pouco a falta daquele humor ácido na escrita de Marian Keyes ao longo de “Sushi”, não ri muito, mas quem disse que este livro era para rir, né? Recomendo se você está em uma fase que precisa ver, através do livro, que a vida não é tão ruim quanto imaginamos, e se é... que com perseverança e calma, uma hora ela melhora. Nunca se deve abaixar a cabeça. Recomendo se quiser rir com as piadas sem graça de Ted, ou com os devaneios malucos de Ashling com a sua cintura e Lisa com a sua beleza. E se quiser odiar uma personagem, assim, de repente... hehehe.

“– Hoje eu vou querer uma coisa um pouquinho diferente para o almoço – disse Lisa a Trix (...)
– É alguma fruta que você quer? (...)
– Gostaria de comer sushi.
A sugestão era tão repugnante que deixou Trix sem fala.

– Sushi? – disparou, por fim, horrorizada. – Quer dizer, peixe cru?”. 

31 de março de 2014

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ENTREVISTA: J.R Digenio.





Oi, Galerinha.
Hoje eu venho com uma novidade bem bacana: Uma entrevista com o Autor do livro "A Casa da Cristaleira", livro que em breve será resenhado aqui no Blog. =)
Vamos lá?




Conta um pouco mais sobre ti, tu sempre soube que queria ser escritor ou houve algo que despertou essa vontade de colocar a imaginação no papel?

 Na verdade, trabalhei muito em diversos empregos e também como micro empresário fazendo um pouco de tudo, mas minha alma sempre foi criativa, e minha vocação é ser inventor. Isso mesmo inventor, aquela coisa maluca, tipo professor pardal.
Sentindo todas as dificuldades que um maluco como eu tem em registrar e patentear os inventos, gastar muito dinheiro e depois ser menosprezado pelos fabricantes, resolvi continuar inventando, só que dessa vez histórias, e é por isso que o gênero ficção é o meu favorito.

Tu já tinha a ideia para escrever “A Casa da Cristaleira” ou ela foi surgindo aos poucos? Foi tua primeira tentativa de escrita?

Já havia começado a escrever dois livros antes, mas devido a perda do meu HD e pen drive, acabei abortando-os. “A Casa da Cristaleira” surgiu ao observar os reflexos da luz da TV ligada, na cristaleira que tinha em casa, e como adoro tudo que é relacionado com o paranormal, comecei a imaginar coisas do “além”, rsrsrs.

Tu sempre gostou do gênero suspense/terror e por isso escreveu “A Casa da Cristaleira” ou a ideia apareceu e foi crescendo e sendo levada para esse lado sem que tu percebesse?

Como disse antes, me apaixono por suspense e pitadas de paranormalidade, e comecei escrevendo um resumo da história, dando um corpo ao livro, e tendo algo para me nortear durante as solitárias horas da criação e digitação do livro. O que realmente me surpreendeu, foi o fato da história sozinha começar a ganhar volume, os personagens criaram vida própria, e o rumo da escrita pareceia não mais ser controlado por mim; eu era apenas um digitador de um filme que se passava em minha cabeça.

Tu pode contar um pouco sobre o que vamos encontrar lendo “A Casa da Cristaleira”?

Como escritor de suspense, adoro fazer mistérios, rsrsrs,  mas posso adiantar que o(a) leitor(a) irá viajar por lugares pitorescos nos E.U.A., conhecer diferenciais das culturas desses dois países, Brasil e E.U.A., e principalmente ficar tenso com os acontecimentos na pequena e linda cidade de Englewood, muitas vezes se colocando no lugar dos personagens e sentindo toda a apreensão por qual passam.
Uma dica para ter  ideia do livro, é acessando o skoob e vendo as resenhas e também assistindo ao book trailer pelo link abaixo:


Há outros projetos em mente? Se sim, poderia nos contar?

Com certeza minha mente criativa não para de me enlouquecer,rsrsrs, e já tenho outros 7 livros esperando para serem digitados, com títulos, resumos e sinopses, sempre do gênero ficção, suspense paranormal, e posso adiantar que eles estão ficando cada dia mais fortes e complicados, kkkkk.
Gostaria muito de te agradecer pela oportunidade de passar um pouco do meu mundinho para essas pessoas lindas que adoram ler, e fazem minha vida ter sentido. Abraços a todos.

Meu site: jrdigenio.com
Twitter: @JRDigenio
Facebook: J.r.DIGENIO



E logo tem resenha desse suspense que promete ser inesquecível, gente. Aguardem.

16 de março de 2014

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Divagando. #1 Leituras Nacionais



Oi, Queridos.
Hoje eu pensei em fazer uma coisa um pouco diferente aqui no Blog. Resolvi falar, literalmente divagar, sem ser resenha nem nada! Espero que gostem.
Escolhi para meu primeiro assunto um que eu acho bem importante... Leitura de livros nacionais.
Admito que desde que comecei a ler "de verdade", com uma certa assiduidade e de forma contínua, não lia nada nacional. Motivo? Não tinha, apenas não ia atrás de nacionais. Simples (e burra) assim. Sempre gostei do Carpinejar, isso sim, porém lia as crônicas que ele escreve para a Zero Hora e só.

"Mas isso mudou, não mudou, Ana Paula?"
Sim, isso mudou.

"E quando e como que foi isso?"
Foi quando eu ganhei o livro "O Mundo de Vidro" do maravilhoso Maurício Gomyde.
Minha amiga Andresa (Do In Bookshelf) me deu ele de natal, autografado (Cof, Cof), e no início deste ano eu li e ME APAIXONEI! 
Que livro espetacular. Achei magnífico, bem escrito, com final digno! Demais. Favorito e 5 estrelas no Skoob. Posso dizer que com certeza a leitura desse livro foi um divisor de águas pra mim.
Depois disso li "Apocalipse Zumbi" do Alexandre Callari, "A lenda do lago dourado" do Edson Vanzella Pereira, o qual me prendeu do início ao fim! 
Depois de uns dias eu li, divino também, "O Acumulador de Troféus" da parceira aqui do blog, Camila Monteiro. Gente! Foi de cair o queixo. Simplesmente arrebatador este livro.

E daí, depois disso, eu pensei: MAS PORQUE DIABOS EU DEMOREI TANTO se em 100 por cento das leituras que eu fiz eu me apaixonei pelo livro? (Tá bom que foram só 4 até agora, mas mesmo assim formam 100 por cento hehehe).

Não sei. Infelizmente eu não sei porque eu demorei tanto pra olhar pra esses daqui de dentro. Óbvio, minha opinião e o fato de eu ter começado a olhar com outros olhos, não vai fazer a mínima diferença para o mercado editorial nacional... Mas admito que na minha vida e na minha maneira de enxergar essa riqueza daqui me deixou muito mais orgulhosa e feliz. 

Acho que está em nós, leitores Brasileiros, a mudança na chave para fazer com o que é nosso tenha tanto valor quanto o de fora, ou quem sabe até mais! =)

Agora estou com umas leituras nacionais para fazer na lista:
"A Casa da Cristaleira" do parceiro J.R. Digênio que chega na próxima semana e eu estou louca para ler.
"Quero ser Beth Levitt" da fofa e super querida Samanta Holtz.
E o meu desejo nacional do momento: "Uma Janela no Tempo" da Lorena de Macedo.

Espero que tenham gostado. Se tiverem mais dicas, me deixem nos comentários e me contem também quais os nacionais que vocês mais gostam.
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