Depois de quase dois anos parada, voltamos com nossa programação (quase) normal. E voltamos contando a nova aquisição (todos comemoram \o/) Em breve resenha dessa maravilha, gente: Harry Potter e a Criança Amaldiçoada.
Oi. Gente. Hoje vim trazer a primeira TAG do Blog.
Vi no Blog chamado Página 394 e achei bem bacana. Não sei quem mais já fez, quem foi o primeiro a fazer... enfim. =P
A TAG consiste em criarmos uma família para nós, através dos personagens, com Avós, Pais e Irmãos. Vamos lá?
Avô: Alvus Dumbledore, de Harry Potter (Ah, sério mesmo? Obrigada pela explicação, Ana). Imagina que bacana seria ter um avô desses? Uaau. <3 Viver dentro do mundo de Hogwarts e ter um vô poderoso desses, eu ia me sentir. Além dele ser um personagem muito querido e carismático, responsável pelo meu "segundo choro literário" (o primeiro foi o Cedrico). Avó: (Não achei figura) Mog, do Livro Belle. Mog é a babá/doméstica de casa que criou Belle desde que nasceu. Um amor, cheia de compaixão e amor dentro do coração. Uma doçura de pessoa que daria uma ótima avó. Daquelas que tu sempre quer ir passar as férias. Pai: Matthew King do livro Os Descendentes. Eu ia amar ser filha dele. Um pai que fez de tudo pelas filhas, pela felicidade e pela sanidade da família. Sempre querendo ajudar elas e ríspido nas horas certas- mas nunca perdendo o amor e sempre procurando deixar a família em primeiro lugar. Amei! Tanto o livro quanto o filme... sem falar que eu ia morar no Havaí se fosse filha dele. Mãe: Isabel Sherbourne, de A Luz Entre Oceanos. Essa personagem tem tanto carinho e amor guardados em si que seria uma das mães mais zelosas e amorosas desse mundo. Ela seria uma leoa de mãe! (Como a minha... Beijo, mãe. Não fica com ciúmes :P ). Irmão(s): Gêmeos Weasley. E o Rony também. hehehe. Meio que é auto-explicativo este item, mas né... tem coisa mais fofa do que esse trio? Eu adoro eles e sempre me divirto com eles. E eu seria ruiva... <3 Que demais! E, como último item eu resolvi fazer só mais um membro da família. :P Marido: <3 Tenho vários pretendentes literários, mas aquele com quem eu me casaria, com certeza absoluta, seria com o Sohan Kishan Rajaran da série A Maldição do Tigre. Ele é tudo de mais magnífico que pode existir em um personagem! Amo demais. Seria um problema ter o Dihren como cunhado só, mas... eu moraria longe com o Kishan. #kelseyfeelings E a família de vocês? Como ficaria? =) Beijinhos.
Estava eu parada em frente à estante e resolvi usar o critério de escolha: “o mais velho... vem”. Eis que, de Maio de 2012, surge “Sushi” de Marian Keyes. Já li quase todos desta autora e adorei TODOS que li, porém em Sushi não houve aquele amor incondicional que nem aconteceu com os outros. Não foi ruim, apenas um pouco mais parado do que o habitual, mas mesmo com essa pequena ressalva, no fim me fez chorar e o coração “explodir” em diversas passagens. Eu explico.
Ao
longo do livro conhecemos três personagens “principais”: Lisa, chata e
arrogante, porém extremamente competente. Tem 29 anos e almejava um grande
cargo em NY na revista na qual trabalhava, porém acaba por trabalhar em Dublin
tendo que abrir uma revista novinha, do zero, chamada “Garota”. E isso a deixa
extremamente infeliz. É durona, mas só por fora, e sua Kriptonita é o ex-marido
Oliver (aaaah, o Oliver <3), o único que consegue dobrá-la. Faz de tudo para
conseguir o que quer o livro todo, e adivinhem? Consegue! Vai atrás e sempre dá
certo.
Ashling
tem 31 anos e obcecada pela sua falta de cintura. Acabou de ser demitida, devido
à um errinho bobo, do emprego que estava há muitos anos. Com isso, é contratada
como redatora chefe da nova revista “Garota”, a qual Lisa está dando início, e
se dá super bem no cargo. Ashling é muito amável, sempre prevenida com um monte
de bugigangas na bolsa, muito sensata e justa. Um amor, mesmo. A personagem que
mais adorei. E tem os dois melhores amigos mais divertidos do mundo - Ted e Joy,
que são um show à parte no livro.
Por fim, e sim, menos importante, tem a Clodagh. Melhor amiga de Ashling, que eu não vou nem perder tempo
explicando sobre ela porque eu simplesmente odiei esta personagem. Demais. Mãe
que não merece os filhos que tem, não merece a amiga que tem, não merece o marido
que tem. Deu!
Em
relação à história, parecia mais uma dissertação sobre o dia-a-dia normal de
três pessoas em uma busca constante de como (se é que existe uma fórmula) se
livrar da insatisfação e da infelicidade. Cheio de mensagens e “empurrões” que
caem como uma luva para quem está lendo usar na vida real (o que para mim
sempre é uma das características desta autora), mas que para mim não
funcionaram muito bem. De repente foi por eu não estar em uma fase que
necessitasse disso, quem sabe? E às vezes achava um pouco parada a leitura por conta disso.
Confesso
que senti um pouco a falta daquele humor ácido na escrita de Marian Keyes ao
longo de “Sushi”, não ri muito, mas quem disse que este livro era para rir, né?
Recomendo se você está em uma fase que precisa ver, através do livro, que a
vida não é tão ruim quanto imaginamos, e se é... que com perseverança e calma,
uma hora ela melhora. Nunca se deve abaixar a cabeça. Recomendo se quiser rir
com as piadas sem graça de Ted, ou com os devaneios malucos de Ashling com a sua
cintura e Lisa com a sua beleza. E se quiser odiar uma personagem, assim, de repente...
hehehe.
“– Hoje eu vou querer uma coisa um
pouquinho diferente para o almoço – disse Lisa a Trix (...)
– É alguma fruta que você quer? (...)
– Gostaria de comer sushi.
A sugestão era tão repugnante que
deixou Trix sem fala.
Oi, Galerinha. Hoje eu venho com uma novidade bem bacana: Uma entrevista com o Autor do livro "A Casa da Cristaleira", livro que em breve será resenhado aqui no Blog. =) Vamos lá?
Conta um pouco mais sobre
ti, tu sempre soube que queria ser escritor ou houve algo que despertou essa
vontade de colocar a imaginação no papel?
Na verdade, trabalhei muito em diversos empregos e também como micro
empresário fazendo um pouco de tudo, mas minha alma sempre foi criativa, e
minha vocação é ser inventor. Isso mesmo inventor, aquela coisa maluca, tipo
professor pardal.
Sentindo todas as dificuldades que um maluco como eu tem em registrar e
patentear os inventos, gastar muito dinheiro e depois ser menosprezado pelos
fabricantes, resolvi continuar inventando, só que dessa vez histórias, e é por
isso que o gênero ficção é o meu favorito.
Tu já tinha a ideia para
escrever “A Casa da Cristaleira” ou ela foi surgindo aos poucos? Foi tua
primeira tentativa de escrita?
Já havia começado a escrever dois livros antes, mas devido a perda do
meu HD e pen drive, acabei abortando-os. “A Casa da Cristaleira” surgiu ao
observar os reflexos da luz da TV ligada, na cristaleira que tinha em casa, e
como adoro tudo que é relacionado com o paranormal, comecei a imaginar coisas
do “além”, rsrsrs.
Tu sempre gostou do gênero
suspense/terror e por isso escreveu “A Casa da Cristaleira” ou a ideia apareceu
e foi crescendo e sendo levada para esse lado sem que tu percebesse?
Como disse antes, me apaixono por suspense e pitadas de paranormalidade,
e comecei escrevendo um resumo da história, dando um corpo ao livro, e tendo
algo para me nortear durante as solitárias horas da criação e digitação do
livro. O que realmente me surpreendeu, foi o fato da história sozinha começar a
ganhar volume, os personagens criaram vida própria, e o rumo da escrita
pareceia não mais ser controlado por mim; eu era apenas um digitador de um
filme que se passava em minha cabeça.
Tu pode contar um pouco
sobre o que vamos encontrar lendo “A Casa da Cristaleira”?
Como escritor de suspense, adoro fazer mistérios, rsrsrs, mas posso adiantar que o(a) leitor(a) irá
viajar por lugares pitorescos nos E.U.A., conhecer diferenciais das culturas
desses dois países, Brasil e E.U.A., e principalmente ficar tenso com os
acontecimentos na pequena e linda cidade de Englewood, muitas vezes se
colocando no lugar dos personagens e sentindo toda a apreensão por qual passam.
Uma dica para ter ideia do livro,
é acessando o skoob e vendo as resenhas e também assistindo ao book trailer
pelo link abaixo:
Há outros projetos em mente?
Se sim, poderia nos contar?
Com certeza minha mente criativa não para de me enlouquecer,rsrsrs, e já
tenho outros 7 livros esperando para serem digitados, com títulos, resumos e
sinopses, sempre do gênero ficção, suspense paranormal, e posso adiantar que
eles estão ficando cada dia mais fortes e complicados, kkkkk.
Gostaria muito de te agradecer pela oportunidade de passar um pouco do
meu mundinho para essas pessoas lindas que adoram ler, e fazem minha vida ter sentido. Abraços a todos.
Hoje eu pensei em fazer uma coisa um pouco diferente aqui no Blog. Resolvi falar, literalmente divagar, sem ser resenha nem nada! Espero que gostem.
Escolhi para meu primeiro assunto um que eu acho bem importante... Leitura de livros nacionais.
Admito que desde que comecei a ler "de verdade", com uma certa assiduidade e de forma contínua, não lia nada nacional. Motivo? Não tinha, apenas não ia atrás de nacionais. Simples (e burra) assim. Sempre gostei do Carpinejar, isso sim, porém lia as crônicas que ele escreve para a Zero Hora e só.
"Mas isso mudou, não mudou, Ana Paula?"
Sim, isso mudou.
"E quando e como que foi isso?"
Foi quando eu ganhei o livro "O Mundo de Vidro" do maravilhoso Maurício Gomyde.
Minha amiga Andresa (Do In Bookshelf) me deu ele de natal, autografado (Cof, Cof), e no início deste ano eu li e ME APAIXONEI!
Que livro espetacular. Achei magnífico, bem escrito, com final digno! Demais. Favorito e 5 estrelas no Skoob. Posso dizer que com certeza a leitura desse livro foi um divisor de águas pra mim.
Depois disso li "Apocalipse Zumbi" do Alexandre Callari, "A lenda do lago dourado" do Edson Vanzella Pereira, o qual me prendeu do início ao fim!
Depois de uns dias eu li, divino também, "O Acumulador de Troféus" da parceira aqui do blog, Camila Monteiro. Gente! Foi de cair o queixo. Simplesmente arrebatador este livro.
E daí, depois disso, eu pensei: MAS PORQUE DIABOS EU DEMOREI TANTO se em 100 por cento das leituras que eu fiz eu me apaixonei pelo livro? (Tá bom que foram só 4 até agora, mas mesmo assim formam 100 por cento hehehe).
Não sei. Infelizmente eu não sei porque eu demorei tanto pra olhar pra esses daqui de dentro. Óbvio, minha opinião e o fato de eu ter começado a olhar com outros olhos, não vai fazer a mínima diferença para o mercado editorial nacional... Mas admito que na minha vida e na minha maneira de enxergar essa riqueza daqui me deixou muito mais orgulhosa e feliz. Acho que está em nós, leitores Brasileiros, a mudança na chave para fazer com o que é nosso tenha tanto valor quanto o de fora, ou quem sabe até mais! =)
Agora estou com umas leituras nacionais para fazer na lista:
"A Casa da Cristaleira" do parceiro J.R. Digênio que chega na próxima semana e eu estou louca para ler.
"Quero ser Beth Levitt" da fofa e super querida Samanta Holtz.
E o meu desejo nacional do momento: "Uma Janela no Tempo" da Lorena de Macedo.
Espero que tenham gostado. Se tiverem mais dicas, me deixem nos comentários e me contem também quais os nacionais que vocês mais gostam.
UMA VEZ NA VIDA: Conheça Tess. Obcecada por roupas vintage, ela está sempre
enrolada no emprego que detesta e em dúvida sobre seu namorado bonitão Dominic,
que conheceu na universidade. Morando em um adorável apartamento com sua melhor
amiga, Kirsty, ela poderia se considerar uma pessoa de sorte. Mas se sua vida é
tão perfeita, por que ela se desfaz em lágrimas toda vez que pensa no futuro? Conheça George. Um músico brilhante que divide seu tempo
entre brigar com os companheiros de sua banda de jazz e se preocupar com o pai
doente. Mas ele sabe que a vida não é só isso. Deve haver mais alguma coisa.
Algo especial.
Tess e George são duas partes de um todo,
almas gêmeas. Para a sorte deles, seus amigos em comum sabem que eles são
feitos um para o outro. O problema é que eles não se conhecem e, sempre que a
oportunidade aparece, a vida chacoalha os dois para longe.
E agora? Se todos têm uma alma gêmea, como o
destino faz para uni-los?
Acompanhe a história divertida e apaixonante
de Tess e George durante uma década de encontros malsucedidos, frustrações
românticas e uma dúzia de recomeços. Uma vez na vida é uma comédia
romântica moderna e inteligente sobre amizade, destino e oportunidades perdidas
e reconquistadas!
Confira o Book trailer LINDO deste livro.
NEED FOR SPEED: O sucesso dos games agora em livro e nos cinemas!
Tobey Marshall é uma lenda no mundo das corridas de
rua.Agora que ele está aposentado, seu
único desejo é tocar a oficina do pai junto com os amigos e membros do seu ex-time
de corrida. Mas um último desafio feito por um velho parceiro acaba levando um
de seus amigos à morte e Tobey para a cadeia, acusado de um crime que não
cometeu.
Três anos depois, Tobey é solto. Entretanto, está
completamente sem opções. Sua equipe se dispersou e a oficina não existe
mais. A única esperança para Tobey surge
em uma proposta tentadora, uma corrida incrível que contará com pilotos de todo
o país em um desafio lendário em ruas públicas até a Califórnia. Suas chances
são boas, mas um velho inimigo está determinado a derrotá-lo.
Perseguições em alta velocidade, descrições
perfeitas dos carros tunados e exóticos, emoções perigosas e uma aventura
surpreendente. As páginas deste livro elevarão a adrenalina do leitor.
O Caminho da Paz: Verdade e amor são lados de
uma mesma moeda e, embora sejam as únicas coisas pelas quais valha a pena
viver, ambos são muito difíceis de colocar em prática.
Mahatma
Gandhi
Uma
das figuras mais influentes do século XX, Mahatma Gandhi foi um líder
revolucionário não apenas na política, mas também na filosofia e na religião.
Foi pela força de sua devoção a Deus que ele recebeu o título de Mahatma, que
significa Grande Alma, e continua a ser reconhecido por milhões de pessoas como
um grande conhecedor da alma humana. Este livro explora as profundas reflexões
de Gandhi sobre tudo aquilo que é mais importante em nossas vidas: a verdade, o
amor, a fé e a prática do bem. Leitores de todos os credos encontrarão
sabedoria e inspiração nessas muitas mensagens do homem que lutou pela paz e
pela independência da Índia. Gandhi acreditava na validade de todas as
religiões, pois todas representavam o Deus único e superior, criador de tudo e
força geradora da vida. Encontre as respostas e viva a paz do divino que há
dentro de cada um de nós.
Você
já sentiu que tudo parece conspirar contra seus esforços? Quantas vezes você já
teve vontade de viver uma grande mudança em sua vida?
Nossa
rotina é repleta dos mais variados problemas: trabalhar com uma equipe
descomprometida ou um chefe que não oferece apoio, lidar com familiares que
cobram mais tempo e dedicação...
Como nasce o líder é
uma narrativa fascinante que mostra, por meio de uma fábula surpreendente, como
nossa mente esconde as emboscadas que nos colocam dentro de “caixas”. Prisões
que nós mesmos criamos e que nos impedem de ver as oportunidades que surgem e,
para piorar, criam um ciclo de justificativas, que culpam os outros pelo que
acontece de ruim no nosso dia a dia.
A
história de Tom nos mostra como é possível romper com ciclos improdutivos e
perceber como e por que o sucesso só depende de nós. O livro ajuda a entender
como navegar pelas diversas responsabilidades que cabem ao líder: desde a fase
de seleção e contratação de candidatos, liderança e formação de equipes,
resolução de conflitos, transformação na responsabilização até crescimento e
desenvolvimento pessoal.
Adorei as novidades de Março, e vocês? Me contem o que mais gostaram de saber que virá neste mês... Adorarei saber! Logo, logo tem resenhas para vocês.
O Acumulador de Troféus da Camila
Monteiro me conquistou de imediato. Quando eu li a Sinopse dele no Skoob eu quis ler desesperadamente...
minha sorte foi que a fofa da Camila aceitou ser parceira do Blog e cá estou eu
escrevendo a resenha desse livro que
continuou me conquistando em cada uma das palavras.
Estamos em uma cidadezinha do interior
de Goiás, chamada Estrada Nova e conhecemos Maria e sua família: esposo Lalau e
as filhas Mel e Cris. Nada de muito diferente acontece na cidade até que uma
grave descoberta ocorra nas proximidades da fazenda, deixando com que as
suspeitas em relação ao acontecimento caiam sobre os moradores, mais precisamente
em Lalau.
Enquanto o mistério não é resolvido,
Maria acaba se aproximando do novo morador da cidade seu vizinho Geraldo, o
qual aos poucos se torna um ótimo amigo para ela. Quando, após uma briga com
seu marido, Maria e Lalau vão parar no hospital, e Lalau misteriosamente some
do quarto, é em Geraldo que Maria busca conforto e um ombro amigo, assim como
em sua irmã Dani que, para alívio de Maria, acaba vindo ajudá-la. O problema é
que os mistérios parecem ser mais pesados do que Maria imagina, pois a fazenda já
não é mais um lugar tranquilo para voltar.
A trama que se encontra no livro me
prendeu do início ao fim, achei super bem construída e com algumas passagens
que, confesso, me deixaram muito tensa. Fatos que iam passando levemente
despercebidos e eu pensava que fossem ser meros eventos se tornaram cruciais ao
longo do desenvolvimento do livro e faziam todo o sentido, alavancando o fator
surpresa que é o recheio do bolo de qualquer suspense de respeito.
O Acumulador de troféus, além de um
bom enredo, conta com personagens bem construídos e estruturados. Explicações
que aparecem através de pequenas passagens na história explicam o porquê que
certos personagens tomaram atitudes daquela forma e o porquê que fazem tais
coisas, tornando mais críveis (porém não menos repudiadas) tais atitudes,
principalmente as do vilão da história. E o mais bonito de ver é o crescimento
nítido de Maria ao longo do enredo e o amor entre Maria e a sua irmã, Dani.
Adorei, apesar de achar o final um
pouco corrido e a finalização do mistério muito fácil. A revisão também peca um
pouco, encontrei diversos probleminhas como falta de letras em algumas palavras
e, em uma passagem a continuação simplesmente não existiu, mas nada que
afetasse o desenrolar maravilhoso desse suspense que eu tanto adorei.